Como avaliar e controlar investimentos em tempos de crise

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Mercado instável, alta nos preços de mercadorias, aumento no valor dos juros, risco de desemprego… o cenário gerado por momentos de crise deixa muita gente insegura quanto ao futuro e isso tem influência direta em uma série de decisões a serem tomadas. De um lado aparece a necessidade de poupar recursos e de outro o medo de se arriscar em alguma aplicação. Porém, mesmo com todas as incertezas, ainda é possível realizar investimentos em tempos de crise.

O cenário político-econômico, tanto no Brasil quanto no exterior, devido a sua instabilidade faz com que diversas interrogações pipoquem na cabeça das pessoas. Guardo o meu dinheiro debaixo do colchão? Coloco em uma poupança? E as minhas ações, o que eu faço? Será que vale a pena aplicar em algum lugar? Não se prenda por causa desses questionamentos e saiba que em momentos de incerteza investimentos mais conservadores, que acompanham os juros e a inflação ou empresas com caráter defensivo podem ser boas apostas.

Neste artigo separamos algumas dicas que vão ajudar e orientar na hora de decidir o que fazer em termos de investimento. Leia os próximos parágrafos e saiba como avaliar e controlar investimentos em tempos de crise.

 

Pequenos investimentos

Para quem possui até R$ 5 mil para investir a opção é olhar para modalidades de investimentos tradicionais. No topo dessa lista está a poupança, que não cobra imposto de renda sobre os ganhos e ainda confere segurança ao investidor. Outra vantagem é a possibilidade de resgatar os seus recursos no momento em que preferir. Mas lembre-se de esperar o aniversário do investimento — que ocorre quando se completa 30 dias da aplicação — para garantir que tenha a devida remuneração.

Mas a poupança não é a única opção nessa faixa de investimento. Os títulos do Tesouro Direto podem gerar um bom retorno e a sua compra está vinculada diretamente às expectativas para a economia. Nesse caso o investimento pode ocorrer com poucos recursos e de acordo com a expectativa do investidor: para os que acreditam que os juros vão cair opta-se pela compra de um título prefixado que tem a taxa de retorno pré-definida; para quem entende que a inflação vá subir acaba por comprar um papel indexado, pois está atrelado ao índice de inflação.

 

 

Médio investimento

Agora se você possui um volume de recursos maior — entre R$ 5 mil e R$ 20 mil — e consegue deixar a aplicação “parada” por um prazo maior de tempo a alternativa são os CDBs. Nas modalidades escalonadas e progressivas o rendimento tende a ser maior, mas somente se o investimento for mantido por um longo período de tempo. O que também permite reduzir a incidência de grandes porcentagens de impostos.

As ações não podem ser descartadas, mas desde que o investidor tenha tolerância aos riscos inerentes a essas aplicações. Vale lembrar que as ações são investimentos em longo prazo e chegam a ficar presos por um longo tempo — pelo menos dois anos. Neste caso recomenda-se aplicar parte do recurso e usar o restante em outros investimentos. Ao fazer esse mix é necessário acompanhar e controlar em diversas frentes os seus rendimentos.

Novamente os títulos do Tesouro Direto aparecem como opção, pois, assim como para os pequenos investimentos, essas aplicações garantem segurança e uma boa taxa de retorno para o investidor.

 

Grande investimento

Essa opção é voltada para as pessoas que possuem mais de R$ 20 mil disponível para aplicação. As variedades apresentadas nas outras faixas de investimento continuam sendo uma possibilidade, inclusive para diversificar os investimentos. Ao fazer isso é possível garantir várias frentes de rentabilidade desde que o investidor crie um sistema de controle para que não tome decisões erradas.

Porém, pode optar pelos fundos de renda fixa. O que implica na escolha de uma carteira que acompanhe o cenário econômico. Aí entram as alternativas de escolha por títulos do governo que levam em consideração os juros, à inflação ou até mesmo com rendimentos pré-fixados. Ou quem sabe escolher por um fundo de capital garantido – mas não pode se incomodar em pagar alguma taxa de administração.

Os fundos garantidos se tratam de investimentos em produtos seguros que acabam por gerar rentabilidade para o investidor ou então em aplicações mais arriscadas. Essa última gera uma receita maior devido aos riscos envolvidos. Mas em todos os casos o investidor tem que pagar uma porcentagem para os gestores da carteira.

E você, como tem feito para ter os seus investimentos em tempos de crise? Compartilhe nos comentários as suas experiências.

 

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