Cupom Fiscal Eletrônico e NFe: você sabe a diferença?

cupom fiscal

Indispensáveis para o sistema tributário brasileiro, o cupom fiscal e a nota fiscal garantem o recolhimento de impostos dos estabelecimentos comerciais. Esses dois modelos apresentam algumas diferenças devido às informações que cada um deles carrega. Comerciantes e consumidores devem ficar atentos à sua emissão e recebimento para que não tenham problemas futuramente.

Apesar de serem documentos diferentes, o cupom fiscal e a nota fiscal tem a mesma representatividade para as exigências fiscais de adequação à legislação tributária. O que os torna obrigatórios para qualquer estabelecimento que forneça mercadorias aos seus clientes. A sua emissão tem que ocorrer sempre no ato da compra e deve ser cobrada pelos consumidores.

E é justamente para o freguês que esses modelos têm uma representatividade diferente. A lei autoriza que as lojas e comércios façam a troca mediante a apresentação da nota fiscal. Ou seja, em muitos casos o cupom fiscal não garante à pessoa a troca de mercadorias defeituosas ou que não tenham agradado. Isso acontece porque o cupom não reúne todas as informações do consumidor, o que pode favorecer fraudes.

Para evitar confusões e garantir que os direitos sejam respeitados é sempre aconselhável que as pessoas exijam a nota fiscal.

 

Mais agilidade

Tradicionalmente as notas fiscais eram emitidas manualmente por meio de preenchimento de vários itens em um bloco de papel. Esse era um trabalho demorado — que testava a paciência de vendedores e consumidores — e tinha uma característica pouco sustentável, afinal levava ao acúmulo e, posteriormente, descarte de grandes quantidades de papéis.

Para tornar a emissão desse documento mais ágil e ambientalmente mais correto foi desenvolvido um modelo eletrônico: a nota fiscal eletrônica (NF-e). Agora a sua emissão é feita por meio de processos tecnológicos que oferecem maior segurança e economia de tempo para as empresas — o que torna o seu atendimento mais rápido.

 

 

Processos eletrônicos

Além da nota fiscal eletrônica as empresas ainda têm a possibilidade de emitir um cupom fiscal eletrônico (CF-e). Esses dois modelos mantêm as diferenças básicas mencionadas no início deste artigo e que tem impacto direto para o consumidor. Mas, além disso, ainda reúnem outros quesitos particulares e que definem cada um dos procedimentos.

A NF-e é um arquivo cuja existência é apenas digital e é uma alternativa para a documentação fiscal de lojas e comércios. Esse sistema contribui para a redução dos arquivos, pois passam a ocupar espaços em HDs e não em armários e pastas. Além, é claro, de ter um preenchimento mais ágil.

Já o CF-e é um documento fiscal eletrônico que é armazenado pelo Sistema Autenticador e Transmissor de Cupons Fiscais Eletrônicos. Esse modelo é utilizado em São Paulo para documentar as operações dos contribuintes feitas em lojas e comércios.

Apesar de o estado paulista possuir essa regra própria de documentação fiscal, o uso da NF-e é autorizado e os estabelecimentos, se assim preferirem, podem seguir usando este sistema. A criação do CF-e não pôs fim à utilização da NF-e.

Qual desses modelos é usado no seu estabelecimento? Por que optou pelo uso da nota fiscal eletrônica ou do cupom fiscal eletrônico? Compartilhe com a gente as suas experiências!

 

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