Como iluminar a fachada de uma loja de forma econômica

iluminar a fachada

O marketing não é uma batalha de produtos, mas sim de percepções. E entre as estratégias mais utilizadas pelos lojistas, destacaremos a iluminação de fachada comercial, que é uma aliada extremamente importante nas vendas. Com ela, a loja consegue obter melhores resultados em seu faturamento, pois permite a criação de diversos efeitos que realçam o seu ambiente externo e atraem o consumidor.

Quando incorporada corretamente ao estabelecimento, pode ser um fator de diferenciação frente à concorrência, criando uma relação harmoniosa com os produtos expostos. Nesse contexto, também está inserida a sustentabilidade, já que os clientes, no geral, estão mais preocupados com o futuro do planeta e também com o uso de meios mais eficientes e econômicos.

Sabendo da importância de iluminar a fachada da sua loja para alavancar as vendas e o seu negócio preparamos este artigo com dicas simples para auxiliar o lojista nesse processo. Leia e entenda melhor!

 

Como fazer a iluminação de fachada comercial?

 

Tenha um projeto de iluminação

A iluminação da fachada de uma loja não é tarefa para amadores! A disposição correta dos pontos de luz pode fazer a diferença entre o cliente se sentir ou não atraído por sua loja e por sua marca estar na memória emocional da população. Conte com um profissional qualificado para planejar a fachada da sua loja tendo em vista conceitos de sustentabilidade e a identidade visual que deseja imprimir.

O profissional deverá analisar a legislação para que a estrutura da sua fachada não lhe renda multas, interdições e outras penalidades. Além disso, elaborará um projeto para que seu letreiro se faça visto em qualquer posição, que o tenha tamanho, cor e formatos adequados e que desperte lembrança quando o cliente tiver interesse pelos produtos oferecidos por sua loja.

 

Utilize a iluminação a favor da fachada

As estruturas dos pontos comerciais são fixas e as fachadas precisam ser destacadas e se fazer visíveis mesmo sem muitas opções de ângulos. Dessa forma, a melhor maneira para destacar seu letreiro é instalá-lo voltado para a luz natural. E, na ausência de luz natural ou com a necessidade de sua complementação com iluminação artificial em alguns períodos, utilize um jogo de luz eficiente que não deixe pontos cegos em diferentes horários do dia e em diferentes ângulos.

 

Tenha cuidado com o excesso de iluminação

A visão é um dos primeiros sentidos a ser acionado quando pensamos em experiência de compras. Por isso, sua loja deve oferecer a iluminação necessária para que seu produto seja percebido sem distorções. O excesso de iluminação também pode prejudicar suas vendas, pois dificultará a capacidade de estabelecer foco e causará fadiga aos olhos dos consumidores. Esse desconforto físico não permitirá que o consumidor tenha a real percepção do seu produto, bem como causará memória emocional ruim do seu estabelecimento.

 

Prefira a luz natural

Um dos grandes desafios para manter sua empresa no mercado é cortar gastos — e os gastos com energia elétrica têm percentual significativo nas despesas mensais de um estabelecimento comercial. Assim, um bom projeto deve priorizar a utilização da luz natural. Para isso, o mercado já dispõe de materiais como telhas e tijolos transparentes que permitem, por meio de um projeto criativo, que a luz do dia seja direcionada para os pontos em que a iluminação é desejada durante o maior período de tempo possível.

 

Escolha o tipo certo de Iluminação

Iluminar não é apenas “fazer brilhar”, mas possibilitar que seu cliente veja de maneira clara e atraente seu produto. É considerar a luz natural em uma composição harmônica com a iluminação artificial para tornar o ambiente confortável. O excesso ou ausência de iluminação podem comprometer a exposição adequada dos seus produtos e da sua marca. Além disso, escolher o tipo errado de iluminação pode superaquecer o ambiente, distorcer a forma e a cor dos produtos ou até mesmo estragar mercadorias — e tudo isso pode prejudicar suas vendas.

Gostou das dicas? Agora, sabendo da importância da adoção de um sistema de iluminação para melhorar suas vendas, o lojista deve levar em conta, além do seu preço de aquisição, a economia energética gerada por ele. A seguir, conheceremos alguns tipos de lâmpadas, os efeitos que produzem no local e as vantagens de cada uma, principalmente no que se refere à economia de energia.

 

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Como escolher os melhores tipos de lâmpada?

 

Aparência e temperatura da cor

Iluminar adequadamente o ambiente exterior da loja é essencial, pois realça os produtos expostos em sua vitrine e a destaca das demais. Por isso, a primeira preocupação do comerciante deve ser com a fachada do estabelecimento, que deve usar um tipo de luz que permita, de imediato, o reconhecimento da marca pelo público.

Quando a loja está situada em uma rua, convém criar um contraste com a iluminação presente na área, onde normalmente são utilizadas lâmpadas de mercúrio ou de sódio, que emitem luz branca e amarelada, respectivamente. Caso a loja apresente uma luz de outra cor, o efeito será bastante atrativo e interessante.

Já os estabelecimentos instalados em centros comerciais requerem outras formas de iluminação, que devem estar de acordo com as normas de administração dos shopping centers. Estas limitam a potência a ser empregada em cada loja, incluindo o consumo de ar condicionado e luminoso interno e externo.

Logo, cabe ao comerciante escolher lâmpadas que sejam eficientes na maneira em que consomem energia, como as fluorescentes, que produzem mais luz e geram pouco calor. Além disso, por emitirem uma luz fria na cor branca, dão um aspecto bonito e agradável às fachadas e racionalizam o consumo de energia elétrica. Lembre-se de que os focos de luz devem incidir diretamente nas paredes da loja e nunca nos vidros da vitrine, para que não haja reflexos indesejáveis.

 

Fluxo e intensidade luminosa

Muitos aspectos são fundamentais na hora de planejar um sistema de iluminação. Entre eles, podemos destacar o conforto visual, tanto para quem está observando a loja do seu exterior quanto para os clientes e funcionários que estão sendo atendidos em seu interior.

É importante ressaltar que o excesso de luz pode acarretar um ofuscamento na vista das pessoas, que prejudica a visualização dos produtos expostos na vitrine. Quando isso ocorre, os clientes interessados precisam encostar o rosto no vidro para poder vê-los. Por outro lado, a escassez de iluminação fará com que o consumidor passe em frente do estabelecimento e nem sequer o note.

Outra situação que provoca esse efeito negativo é quando são expostos muitos objetos pretos nas vitrines de rua. Portanto, o ideal é procurar atingir um equilíbrio, criando uma luminosidade que permita evidenciar a mercadoria sem incomodar seus potenciais clientes. Quanto as cores pretas, o recomendável é usá-las apenas em alguns detalhes da decoração. No caso da lâmpada fluorescente, a luz é distribuída por igual, e sua ótima intensidade é a solução para os problemas de reflexão nos vidros das vitrines.

 

Conservação de energia e pouca manutenção

Muitos lojistas ainda adotam as lâmpadas refletoras e dicróicas, que são consideradas fontes quentes e que devem ser usadas em locais onde os clientes não permaneçam por muito tempo, pois esquentam muito e podem causar desconforto, além de não serem muito econômicas.

Quando instaladas em vitrines, devem ficar longe da mercadoria, pois podem danificá-la ao alterar a cor da parte mais exposta, causando assim a sua perda. Por isso, o mais recomendável é que os donos e gerentes de lojas adotem a iluminação fluorescente ou de LED, que economiza cerca de 66% a mais em comparação com a regular e possui uma vida útil 6 vezes maior que a das lâmpadas incandescentes.

Quanto à troca de lâmpadas, o responsável deve colocar uma da mesma marca ou temperatura de cor no local da que foi queimada, a fim de que o ambiente fique harmônico e da mesma maneira em que foi projetado inicialmente. Ao levar em conta os detalhes, respeitando as características de instalação e funcionamento, obteremos uma iluminação bonita, funcional e, principalmente, econômica.